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Núcleo Cultural da Horta
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Quem somos

O Núcleo Cultural da Horta (NCH) é uma instituição cultural que foi fundada em 1955. Os seus atuais Estatutos datam de 2008 e substituíram o texto constitutivo, aprovado por Despacho Ministerial de 24 de março de 1955.

São seus objetivos estatutários: a) Promover ou patrocinar estudos históricos, etnográficos, linguísticos e científicos, relativos aos Açores, em geral, e, em especial, à ilha do Faial; b) Promover a publicação ou divulgação de trabalhos culturais, de reconhecido valor; c) Publicar com regularidade o seu “Boletim”; d) Promover ou patrocinar outras manifestações culturais, compatíveis com a atividade do NCH.

Desde a sua fundação, o NCH tem desempenhado papel relevante na intervenção cultural destas ilhas, alternando períodos de maior atividade com outros de algumas dificuldades.

Reconhecendo a sua atividade e o papel desempenhado no desenvolvimento cultural da ilha do Faial, o Núcleo Cultural da Horta foi declarado Pessoa Coletiva de Utilidade Pública por Despacho do Presidente do Governo Regional dos Açores de 29 de novembro de 2006, publicado no Jornal Oficial – II Série, n.º 51, de 19 de dezembro de 2006.

Por decisão do plenário da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, foi-lhe atribuída, também, a Insígnia Autonómica de Mérito (categoria de Mérito Cívico), distinção que foi entregue na Sessão Solene Comemorativa do Dia dos Açores, realizada dia 28 de maio de 2007, na vila de S. Roque do Pico.

Até ao presente, foram já editados 24 volumes do Boletim do NCH e ainda as seguintes obras:

- O Folclore da Ilha do Pico, de João Homem Machado.

- O Porto da Horta, de João Carlos Fraga.

- Um Olhar sobre a cidade da Horta – Do passado ao presente. Roteiros, de César Gabriel Barreira.

- O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XIX (Actas do 1.º Colóquio).

- O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX (Actas do 2.º Colóquio).

- O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX (Actas do 3.º Colóquio).

- O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX (Actas do 4.º Colóquio).

- O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX (Actas do 5.º Colóquio).

- O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX (Atas do 6.º Colóquio).

- Miragem do tempo, de Tomás da Rosa.

- O Cabo Submarino e outras crónicas faialenses, de Carlos Ramos da Silveira.

- Ilha Morena – contos, de Tomás da Rosa.

- Anais da Família Dabney (três volumes, em coedição com o Instituto Açoriano de Cultura).

- A Tarde e a Sombra – contos, de Tomás da Rosa.

- Os Açores em finais do Regime da Capitania-Geral. 1800-1820, de Ricardo Madruga da Costa (dois volumes, em coedição com a Câmara Municipal da Horta).

- Esboço Histórico do Consulado Americano nos Açores, de William F. Doty (edição bilingue com tradução de Jorge Manuel Freitas Vieira).

- Duque de Ávila e Bolama – Fotobiografia, de José Miguel Sardica (em coedição com a Câmara Municipal da Horta).

- Em dias passados – Figuras, Instituições e Acontecimentos da História Faialense, de Fernando Faria Ribeiro.

- De New Bedford aos Mares do Sul. Uma viagem da barca Sea Ranger com escala pelo Fayal em 1869, de Ricardo Manuel Madruga da Costa.

- O Faial e os Portugueses, de Thomas Wentworth Higginson.

- Genealogias das Quatro Ilhas (Faial, Pico, Flores e Corvo), de Jorge Forjaz e António Ornelas Mendes (quatro volumes, em coedição com a Dislivro Histórica).

- História, Cultura e Desenvolvimento numa cidade insular. A Horta entre 1853 e 1883, de Carlos Manuel Gomes Lobão.

- Posturas da Câmara da Horta (1603-1886), com transcrição de José Elmiro Rocha, Introdução de Mário Viana e Índices de Fernando Faria Ribeiro. Em coedição com a Câmara Municipal da Horta.

- Um observador observado, de Silas Weston.

- Retratos Sociais da Ilha do Corvo (Do Povoamento ao século XIX), de vários autores, com coordenação de Artur Teodoro de Matos e José Guilherme Reis Leite. Em coedição com a Câmara Municipal do Corvo.

No campo das atividades culturais, o Núcleo Cultural da Horta está ligado à organização dos colóquios “O Faial e a Periferia Açoriana nos séculos XV a XX”, à preservação da tradição dos costumes de Natal, promovendo anualmente um Concurso de Presépios e Altarinhos, e à realização periódica de saraus músico-literários.

Última actualização a 17.03.2016 Voltar ao topo